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foto: Nereu Jr.

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O pintor Fernando Pacheco nasceu em São João Del Rey, mas mora em BH desde os 6 anos de idade. Com mais de 50 anos nas artes-plásticas, esse ilustre mineiro ganhou projeção internacional. Nesse tempão, acabou amigo chegado da maioria dos músicos mineiros, afinal, antes de ser artista plástico foi músico também.  

 

Fernando Pacheco era um garoto que amava os Beatles e os Rolling Stones. Isso na década de 60, quando era o baterista de uma banda ao estilo do quarteto de Liverpool, os Beat Kings, que chegou a abrir shows para Chico Buarque, Cauby Peixoto e Wilson Simonal. “Na hora de encarar a coisa profissionalmente, cada um foi para um lugar”, lembra Pacheco, que, ao contrário dos colegas, não abandonou a arte, trocando a música pop pela pintura.

 

O artista, que comemora 50 anos de atividades não deixou de ser pop, conquistando rapidamente o seu espaço, ocupando paredes antes inéditas para as artes plásticas brasileiras  como galerias nos EUA, Europa, Oceania e na Ásia, principalmente, ganhou notoriedade e virou protagonista de documentário dirigido por Campbell Cooley. “Tudo isso contribuiu para uma carreira internacional mais forte que no Brasil”, diz.

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