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foto:  Reprodução/TV Globo

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Pacífico Mascarenhas (Belo Horizonte, 1935) é um compositor do Brasil. Um dos principais integrantes da Turma da Savassi nos anos 1950, se dedicava a fazer serenatas para as moças e namoradas, quando no início dos anos 1960, resolveu formar o Conjunto Sambacana, do qual outro compositor destacado, Roberto Guimarães, também participou. As obras de Pacífico Mascarenhas são especialmente bossa-novistas, o que estabeleceu uma ponte considerável entre Rio de Janeiro e Minas Gerais nos anos 1960, sendo que a partir daí, o músico mineiro foi gravado por uma série de artistas famosos, de Luiz Eça a Cliff Korman e recentemente Jorge Cutello da Argentina. Pacífico também foi responsável por abrir as portas do mundo musical a Joyce, que viria a se destacar na Bossa Nova anos mais tarde, e também a Milton Nascimento, principal expoente do Clube da Esquina.

No último 27 de outubro, o Minas Tênis Clube apresentou o projeto – “Pacífico: Memória e Modernidade”, que celebra a trajetória do compositor Pacífico Mascarenhas, considerado o precursor da Bossa Nova em Minas Gerais. Ele foi eternizado por sua obra, claro, e agora  também por uma escultura de bronze, em tamanho real, feita pelo artista plástico  Léo Santana, exposta na entrada do Centro Cultural Minas Tênis Clube, na rua da Bahia... 

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